Tejo Atlântico participou nas XXVI JORNADAS PEDAGÓGICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

10 de março, 2020
Tejo Atlântico participou nas XXVI JORNADAS PEDAGÓGICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

As XXVI Jornadas Pedagógicas de Educação Ambiental tiveram lugar em Lisboa, entre os dias 6 e 8 de março. Um evento organizado pela ASPEA (Associação Portuguesa de Educação Ambiental), em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, a Agência de Energia e Ambiente de Lisboa – Lisboa E-Nova e a Junta de Freguesia dos Olivais.

Com o tema central “Educação Ambiental como processo (trans)formador para a construção de eco comunidades, as Jornadas da ASPEA contaram com cerca de 300 participantes e com oradores nacionais e internacionais em conferências e painéis para além de comunicações orais, oficinas, apresentação de recursos pedagógicos, exposições e visitas, cujos conteúdos foram distribuídos por quatro eixos temáticos: 1) Educação Ambiental como contributo para a ação climática; 2) Educação Ambiental na preservação da biodiversidade e dos sistemas aquáticos; 3) Educação Ambiental como ferramenta para promover a economia circular; 4)Educação Ambiental nas estratégias de mobilidade suave e de energia limpa.

A Tejo Atlântico apresentou 2 comunicações, uma no Eixo 2, em parceria com o ISPA, onde foi apresentado “O Projeto Peixes Nativos como um exemplo de Parceria”, e outra no Eixo 3, onde teve oportunidade de apresentar o novo “Centro de Educação Ambiental de Beirolas: Fábrica de Agua como uma ferramenta de Educação Ambiental para promover a Economia Circular”.

As XXVI Jornadas acontecem num momento marcante das políticas públicas centrais em prol do reforço e dinamização da Educação Ambiental em Portugal onde a Estratégia Nacional de Educação Ambiental (ENEA 2020) tem um papel relevante. Esta assenta num trabalho transversal em torno de 16 medidas estratégicas que garantam os compromissos nacionais e internacionais assumidos por Portugal, destacando-se o Acordo de Paris e os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030. Por outro lado, com a implementação do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, as escolas têm adquirido novas dinâmicas de trabalho pedagógico e valorizado cada vez mais a Educação Ambiental, a qual constitui um dos domínios da componente curricular de Cidadania e Desenvolvimento e tem um papel evidente na educação para a sustentabilidade.

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